sábado, 1 de março de 2014

Mais um ano... e já são 27!

Pois é, ontem completei mais um ano de vida! 

Fazendo bem as contas são precisamente 27 anos; 324,04 meses; 1,409,02 semanas; 9,863,15 dias; 236,715,63 horas; 14,202,938 minutos e 852,176,280 segundos!!! 

E tanta coisa já aconteceu durante todo este tempo!


Neste dia, acabamos sempre por fazer uma breve reflexão sobre aquilo que já fomos, do que somos e principalmente, do que queremos ser. Os desejos pedem-se, com a esperança que se concretizem... e quantos já foram pedidos! Felizmente alguns deles concretizaram-se, outros nem por isso. Mas hoje, um deles, por mais anos que passem, esse tem de ser prioritário. Saúde! Sim, porque cada vez mais tenho a certeza que é com ela que tudo acontece. 

Além disso, também recordo pessoas. Aquelas que fazem parte da minha vida não estando perto e as que um dia tiveram que sair dela... A recordação de certos momentos vem à tona e deixam uma certa nostalgia! Mas a vida é assim mesmo, assim como traz, também nos leva. 

Contudo, o facto de fazer mais um aniversário, nem sempre nos deixa com um ar de felicidade, e eu que o diga! Quantas e quantas vezes, já desejei voltar uns quantos anos atrás. O tempo corre rápido de mais e pouco o valorizamos!!! Mas se pararmos para pensar, o avançar da idade traz-nos muita coisa positiva, como por exemplo a sabedoria e o crescimento. Posso concluir assim, que ao longo destes 27 anos, e por tudo o que já ultrapassei foi sem dúvida uma aprendizagem. Cresci bastante, e orgulho-me do que sou. Mas também sei, que ainda tenho muito para aprender...

Que venham muitos mais aniversários!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A minha grande paixão.

Hoje deu-me vontade de falar sobre a minha grande paixão, os animais.

Esta minha paixão não nasceu comigo, confesso. Quantas, e quantas vezes fugia com medo deles. Chegava a mudar de direcção ou até mesmo de caminho sempre que avistava algum.

Hoje, posso dizer que isso mudou, e o medo virou paixão. Sou aquela miúda que muitas vezes sonha em poder ter um terreno enorme e colocar lá todos os animais abandonados. Sei que por mais vontade que uma pessoa tenha em ajudar, é muito complicado chegar a todos, mas uma coisa é certa, se cada um de nós fizer algo, torna-se tudo muito mais fácil, começando pelo NÃO ABANDONO DOS ANIMAIS. Custa-me acreditar, como é possível haver pessoas capazes de tal barbaridade.
Felizmente com o passar dos anos, e graças às muitas instituições de ajuda animal, tem-se conseguido educar as pessoas sobre esta temática, mas ainda há muito a fazer. Parte-me o coração sempre que vejo ou tenho conhecimento que maltrataram um animal.

Mas como falei anteriormente, a partir do momento que comecei a gostar de animais, foi surgindo a possibilidade de os ter. Comecei pelos canários, periquitos, depois pelos peixes, até ter um gato. Mais responsabilidade! Para além de se ter um animal, também é ser-se responsável por ele.
Nessa altura vivia num apartamento, mas este tipo de animais permite ter-se num espaço mais pequeno, uma das coisas que se deve ter em conta na hora de requerer um animal. Entretanto, depois de alguns anos, ofereceram-me a Nina, uma caniche e como era frágil na altura de tão pequena.

Se já gostava de animais, com ela esse amor cresceu mais ainda…

Os animais ensinam-nos muito, e quero continuar aprender com eles. 




sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Em tempos, quando dançava.

Hoje vou falar sobre dança... Não é por acaso. Durante a tarde, ao fazer zapping, deparei-me com um programa que tinha como tema, a dança.

Não é a primeira vez que esta saudade de velhos tempos vem ao de cima. Por norma sempre que vejo algo relacionado com esta temática, sinto uma certa nostalgia. O gosto pela dança começou bem cedo. Infelizmente não surgiu a oportunidade de frequentar qualquer escola ou grupo profissional. Outros tempos.

Actualmente a oferta é mais variada e encontra-se facilmente. Seja uma cidade grande ou mais pequena. Mas ao entrar para a escola primária e depois para o ensino básico, fez-me conhecer colegas de turma com o mesmo gosto pela dança e formamos um pequeno grupo. Recordo-me como se fosse hoje. Esperávamos ansiosas pelos intervalos para treinar uma coreografia para apresentar numa das festas da escola.


Não só treinava na escola, como também levava a coreografia para treinar em casa e assim ficar na perfeição. Ainda hoje, depois de 13 anos, a minha mãe comenta em conversa (sempre que este tema vem à baila) as vezes que ela apanhava-me a dançar na sala. Não era algo que a preocupava. Sabia perfeitamente que a escola estava em primeiro lugar, e se estava ali, a dançar, era sinal que os trabalhos de casa já estavam feitos. Via-me dançar sem interromper, e como era feliz a fazê-lo. 

Com o acidente, as coisas mudaram. Não é que tenha deixado de gostar desta arte, sim, para mim a dança trata-se de uma arte. Como vibrei com os vários programas de dança que já passaram na TV portuguesa. Dá uma vontade enorme de sair da cadeira, agarrar alguém e fazer o mesmo, com classe e delicadeza, como as danças de salão. Ou até mesmo dançar com a típica rebeldia do Hip Hop. Enfim, dançar!


Não quero dizer com isto que não seja possível continuar a dançar na minha condição física, porque é praticável. Em 2008, ao estar pela segunda vez internada no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, tive o privilégio de conhecer o grupo de dança formado por pessoas que tinham algum tipo de deficiência. 
Em 2012, num encontro da Associação Salvador, pude comprovar novamente. Inclusive, conheci uma bailarina em cadeira de rodas e o seu par. E foi tão ou mais especial vê-los dançar. 

Se o meu destino em tempos seria ser bailarina, não sei. Mas que o bichinho da dança permanece dentro de mim, lá isso permanece.